O escândalo da varejista veio à tona no início de janeiro. No primeiro comunicado ao mercado, com poucos detalhes, a empresa disse ter encontrado “inconsistências contábeis” da ordem de R$ 20 bilhões em seus balanços.

 

O rombo foi revelado pelo então CEO, Sérgio Rial, que renunciou ao cargo. Rial foi presidente do Santander, um dos credores das Americanas, e havia acabado de assumir o comando da empresa − ele ficou apenas nove dias no cargo.

 

Alguns dias depois, a empresa entrou em recuperação judicial, com mais de R$ 40 bilhões em dívidas. O valor representa a 4ª maior recuperação da história do Brasil.

Faculdade: Unicesumar